A nova configuração do Enem traz um exame com provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias (incluindo redação); Ciências Humanas e suas Tecnologias; Ciências da Natureza e suas Tecnologias, e Matemática e suas Tecnologias, que somam 200 questões. Ao optarem pelo Enem como seleção, as universidades podem continuar com suas políticas de ações afirmativas e seleções de forma seriada. Os candidatos poderão escolher até cinco opções de cursos e instituições. A utilização do Enem pode se dar de duas formas. A primeira, mediante simples informação, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), à instituição de ensino superior (IES), dos boletins de resultados dos candidatos que tiverem realizado o novo Enem, adotado como prova de seleção com base em Edital próprio publicado pela IES, facultando-se sua utilização como fase única ou primeira fase do processo seletivo. A outra forma de utilização implica em realização da prova do Enem como fase única, sem prejuízo de eventual realização de exame de aptidão para áreas específicas (desde que esse se dê em tempo compatível com o calendário da primeira e segunda chamadas do Sistema de Seleção Unificado). Esse modelo consiste na adesão das IES ao Sistema de Seleção Unificada, sistema informatizado do Ministério da Educação apto a processar o registro das vagas especificamente oferecidas pelas IES (“vagas Enem”), em confronto com as listas ordenadas de candidatos, em ordem decrescente, por curso, segundo a pontuação no exame.